Redacção crítica do texto „Theory in Anthropology since the Sixties“


Literature Review, 2011

7 Pages, Grade: 2,3

Anonymous


Excerpt

Redacção crítica do texto „Theory in Anthropology since the Sixties“

No artigo com o título „Theory in Anthropology since the Sixties“ que foi publicado em 1984 por Cambridge University Press, a autora Sherry Beth Ortner aprofunda diferentes escolas e movimentos da Antropologia desde os anos 60 até aos anos 80.

A autora nasceu no dia 19 de Setembro de 1941 em New Jersey (Estados Unidos). Ela cresceu numa família judia. Sherry B. Ortner fez o seu primeiro trabalho de campo em Nepal. Nos anos 60 fez parte em protestos sociais nos Estados Unidos. Também era activa em movimentos contra a guerra. A autora era muito influenciada pelo Estruturalismo. Hoje é uma das mais importantes personalidades na Antropologia feminista.1

O assunto principal do ensaio é a significação de practice que nem é metodo nem teoria. Sherry Ortner mostra o desenvolvimento na Antropologia até ao aparecimento deste novo símbolo. A autora começa com os anos 60, a época quando ela foi introduzido na Antropologia.

O texto de Sherry Ortner consiste clássicamente em três partes: introdução, parte principal e final. Na introdução, a autora critica que a Antropologia é subdividida em várias sub-áreas. Isto forma o ponto de partida do ensaio. Depois, ela indica brevemente o seu intuito: A autora quer demonstrar que um novo símbolo de chave na Antropologia existe que se chama practice. Eu não vou traduzir esta e outras palavras importantes na minha redacção crítica. Acho que assim o sentido e o conteúdo do conceito não se perdem. Além disso, Sherry Ortner explica o procedimento dela no ensaio. Ela não gostaria de discutir todos os princípios teóricos em detalhe mas sim acentuar as relações entre eles.

A parte principal tem uma disposição muito simples. É dividido nas três partes (1) os anos 60 (símbolo, natureza, estrutura), (2) os anos 70 (Marx) e (3) os anos 80 (practice). Em cada parágrafo, a autora menciona as escolas, os movimentos e alguns representantes importantes do período respectivo. Ela explica - mais ou menos - as teorias, uma trás a outra e confronta- as. Em geral, Sherry Ortner critica estes princípios teóricos no fim do parágrafo. A terceira parte é a mais importante do ensaio todo. Aqui ela discute o novo símbolo dos anos 80: practice. A nova direcção na Antropologia forma o ponto culminante dos anos anteriores e por consequência também o do artigo. Às vezes, a autora relaciona-se nesta parte com os anos 60 & 70 e menciona influências importantes. Para dar ao texto uma estrutura, ela discute o novo fenómeno practice baseado em três perguntas: (1) O que é explicado? (2) O que é practice? (3) Qual é a motivação para agir? Depois, segue um parágrafo com o título „The Natur of Interaction between Practice and the System“ que outra vez é subdividido em dois pontos. Na última parte, no final, ela tira uma conclusão e dá uma perspectiva.

Na introdução, Sherry Ortner faz duas afirmações. Primeiro, havia um período naquele alguns campos e escolas com categorias teóricas isoladas existiam e no início dos anos 60 várias „revoluções“ tiveram lugar. A segunda afirmação é que no tempo em que ela escreveu o texto (1984) desordem e confusão de categorias predominavam. Mas ela diz também que este caos ou - com as palavras de Victor Turner- esta anti-estrutura poderia formar a base para uma nova e talvez melhor ordem. Ela afirma que se desenvolve um novo símbolo dentro da orientação teórica da Antropologia.

A autora acentua estas afirmações com muitos exemplos. Nos parágrafos sobre os anos 60 e 70, ela menciona e descreve várias correntes teóricas que são claramente identificáveis. Estas eram nos anos 60 a Antropologia Simbólica com os representantes Clifford Geertz, Victor Turner e David Schneider, a Ecologia Cultural e o Estruturalismo de Claude Lévi-Strauss. A década seguinte é ilustrada com os exemplos Marxismo Estrutural e Economia Política. Na última grande parte do texto, o leitor pode verificar rápidamente que não existem nenhumas escolas teóricas determinadas nos anos 80.

Analisamos agora o procedimento metódico da autora. Ela menciona já no início o ponto culminante do ensaio (practice). Depois, Sherry Ortner escreve cronológicamente. Sobretudo a primeira parte é muito descritiva. Ela escolhe importantes teorias antropológicas e compara- as baseado em particularidades que elas possuem. Assim, a autora não entra em detalhes, como ela já anuncia no início. Escolhi Antropologia Simbólica como exemplo para a ilustração. Primeiro, Sherry Ortner nomea o símbolo de chave da direcção teórica - neste caso „símbolos observáveis“. Em seguida, ela menciona representantes importantes (entre outros Clifford Geertz e Victor Turner) e explica as suas respectivas teorias, p.e. o conceito de cultura (Geertz) ou de sociedade (Turner). Além disso, a autora constrói relações a outras correntes teóricas. Ela termina o parágrafo com uma observação crítica. A autora procede deste modo mais ou menos com todas as escolas importantes no texto. A parte sobre os anos

80 é também metodicamente ajustada ao conteúdo.

O texto é endereçado a um público cientista respectivamente a estudantes que conhecem bem a matéria.

[...]


1 Internet: Barta 2007.

Excerpt out of 7 pages

Details

Title
Redacção crítica do texto „Theory in Anthropology since the Sixties“
College
University of Coimbra  (Departamento de Ciências da Vida)
Course
Cultura e Sociedade: Temas Contemporâneos em Antropologia
Grade
2,3
Year
2011
Pages
7
Catalog Number
V176713
ISBN (eBook)
9783640981342
File size
522 KB
Language
Portugues
Tags
Sherry Ortner, Anthropology, practice, writing culture, trabalho de campo
Quote paper
Anonymous, 2011, Redacção crítica do texto „Theory in Anthropology since the Sixties“, Munich, GRIN Verlag, https://www.grin.com/document/176713

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Title: Redacção crítica do texto „Theory in Anthropology since the Sixties“



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